01

Motivos comuns para uma avaliação

Apinhamento, espaços, mudanças percebidas na mordida, dificuldade de higienização relacionada à posição dentária ou o desejo de revisar um tratamento anterior são razões frequentes. Em alguns casos, outro dentista solicita a avaliação antes de uma reabilitação.

02

Idade, por si só, não define a indicação

O planejamento em adultos depende mais das condições biológicas e odontológicas do que de um limite etário isolado. Saúde periodontal, restaurações, implantes, próteses e perdas dentárias entram na análise.

03

O que acontece na consulta

História clínica, expectativas e exame são reunidos para definir a necessidade de registros complementares. Somente depois se discutem objetivos, modalidades, limites e uma possível sequência de tratamento.

04

Avaliar não significa tratar

Uma consulta pode resultar em orientação, acompanhamento, encaminhamento ou tratamento. A decisão deve ser informada, proporcional à necessidade e compatível com as condições de cada pessoa.

Referências

Para aprofundar

  1. Erbe et al. Orthodontic treatment in periodontally compromised patients. Clin Oral Investig, 2023.
  2. Kao et al. AAP best evidence consensus statement. J Periodontol, 2020.